A hipócrita indignação de um jornal israelita

Na edição de hoje do tabloide sensacionalista Bild – jornal popular estabelecido na Alemanha e a serviço de criminosos sionistas – podemos ler na manchete a aparente indignação do jornal Haaretz de Israel.

Segundo a matéria, o jornal israelita faz um apelo dramático: “Como o mundo pôde observar passivamente o Holocausto? Da mesma forma como ocorre agora em Aleppo”.

Ou seja, se as criaturas sionistas do ISIS são atacadas pelas forças sírias, russas e turcas, isso é um “holocausto”… Mas quando os próprios israelitas assassinam os palestinos na Palestina ocupada, isso é autodefesa… Mais uma vez a chutzpa judaica em ação, inacreditável!

Como podemos observar algo, se ele não aconteceu? O relato oficial deste suposto plano de genocídio, martelado diariamente nas mentes dos ingênuos e denominado “Holocausto judeu”, é uma afronta às leis da física, ao bom senso e a qualquer tipo de razoabilidade. Somente através do mofado e doente clima esquerdista do pós-guerra e do controle ferrenho dos meios de comunicação, é que se torna possível a manutenção desta gigante lenda de pés de barro. Mas os tempos mudam e a verdade virá a tona; cedo ou tarde, para desespero dos “eleitos” – NR.

À propos, ontem, quarta-feira 05/09/2016, o exército israelita bombardeou novamente a Faixa de Gaza. Também foi abordado um navio com 13 mulheres ativistas a 45 milhas de Gaza. Segundo a emissora Al-Jazira, navios de guerra se aproximaram da embarcação “Saytun”, sob bandeira holandesa, e destruíram o sinal de rádio. Logo após foram informados que soldados tomaram o controle do barco e o levaram a um porto israelita.


Inúmeras pessoas foram até o porto saudar as ativistas

A embarcação saiu de Barcelona em setembro, com destino a Faixa de Gaza, em protesto contra o longo bloqueio do território palestino por Israel. A bordo se encontrava, entre outras, a Prêmio Nobel da paz, a irlandesa Mairead Maguire. “Se nós não formos interceptadas, chegaremos amanhã”, disse ontem a tarde Sandra Barrilaro, uma das ativistas. “Nos foi informado que seremos recebidas por pescadores com seus barcos, por muitas pessoas, pela imprensa. Estamos tristes, pois eles não permitem nossa entrada. Seria bonito, mas somos realistas”. As autoridades israelitas já tinham anunciado que iriam interceptar o “Saytun”, antes que ele chegasse em solo palestino. Em 2010, o exército israelita tinha assaltado o navio “Mavi Marmara” e assassinou ativistas turcos. A viúva de uma das vítimas daquele episódio se encontrava a bordo do “Saytun”.


Israelitas bombardeiam Gaza. Onde está a indignação do mundo?

Horas antes, a aviação israelita bombardeou o norte de Gaza, em retaliação a um foguete caseiro jogado em território judaico (sic, pois os israelitas pensam que é deles, por ordenamento divino…).

Dentre os objetivos da aviação israelita, estão aparentemente também as pessoas que se encontravam no porto e aguardavam as ativistas. Granadas de efeito sônic foram jogadas, reportou a jornalista espanhola Isabel Pérez. “Nós pensamos que eles estavam nos bombardeando”, relatou a correspondente do portal da internet eldiario.es.

Fonte: http://inacreditavel.com.br/wp/a-hipocrita-indignacao-de-um-jornal-israelita/#comments

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2 comentários sobre “A hipócrita indignação de um jornal israelita

  1. “Chutzpa”, tu te puxaste hem, professor? Este jornal Bild é uma porcaria e logicamente que as publicações dele não prestam. Misturam coisas sérias com sensacionalismos grotescos no meio de fotos de mulher pelada. No extremo oposto esta a DW – Deutsche Welle, digamos, séria demais, o que não é defeito. Entre Bild e DW creio que prefiro outras praias, o que não significa dizer que não frequento estas. A DW sempre publica matérias do holocausto a todo momento, dando a entender aos mais leigos de que os massacres das, por exemplo, Einzatsgruppen, foram somente direcionados aos judeus. Meu prato de História procura servir-se dela escrita como as coisas realmente aconteceram, porque esta a historia testis temporum, lux veritatis.

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